Expedição de Aprendizagem

O que comunidades e ecossistemas regenerativos ensinam sobre formas de viver?

Chapada dos Veadeiros | Brasil

DatasA confirmar
DuraçãoA confirmar
GrupoPequeno, a confirmar
Crianças brincando no quintal de uma comunidade na Chapada dos VeadeirosChapada dos Veadeiros — a convivência como prática cotidiana

A pergunta

Aqui a investigação se desloca do indivíduo para o coletivo.

Como podemos construir comunidades e ambientes que favoreçam, ao mesmo tempo, o florescimento individual e a vida coletiva?

Na Chapada dos Veadeiros, vamos conhecer pessoas, iniciativas e comunidades que estão experimentando outras formas de relação com território, natureza, produção, alimentação, educação e convivência.

Por que investigar isso

O que faz uma comunidade favorecer a vida de quem dela participa?

Vamos observar como as pessoas constroem confiança, estabelecem vínculos, compartilham responsabilidades, lidam com diferenças e conflitos e preservam a autonomia individual dentro de uma experiência coletiva.

Um coletivo forte não é aquele que uniformiza seus integrantes, mas aquele em que os vínculos fortalecem o florescimento individual.

Não buscamos uma comunidade perfeita nem um modelo pronto para copiar. Queremos conhecer experiências reais e compreender quais condições favorecem relações mais saudáveis entre indivíduos, comunidade e território.

O território

Um lugar onde outras formas de viver já estão em curso.

A Chapada não é o cenário desta investigação — é o lugar onde ela já acontece, todos os dias, nas escolhas de quem vive ali.

Produção de alimento, educação, convivência e cuidado com o território são decisões cotidianas e visíveis. É isso que torna possível observar, e não apenas discutir, o que sustenta a vida em comum.

Colheita em horta agroecológica na Chapada dos VeadeirosAlimentação e produção
Mesa comunitária posta na Chapada dos VeadeirosA mesa como lugar de encontro

Registro do território

Piscina natural no cerrado da Chapada dos Veadeiros
Mesa comunitária posta na Chapada dos Veadeiros, com pessoas ao fundo
Crianças brincando no quintal de uma comunidade na Chapada dos Veadeiros
Colheita de folhas em horta agroecológica na Chapada dos Veadeiros
Carolina Lemos, pesquisadora

Com quem vamos investigar

Não como visitantes.

Retrato de Paula Lara

Paula Lara

Pesquisadora, escritora e clínica. Formula as perguntas que orientam as expedições da Natural do Mundo.

Carolina Lemos, pesquisadora de comunicação e coletivos

Carolina Lemos

Pesquisadora de comunicação e coletivos, vive na Chapada dos Veadeiros há mais de dez anos. Paulistana, viveu e cresceu em São Paulo antes de escolher a Chapada como território para sua própria vida e pesquisa. Há mais de duas décadas investiga comunicação e processos coletivos e, a partir da Chapada, desenvolve cursos e consultorias no Brasil e no exterior.

Foto: retrato — comunidades e iniciativas locais

Comunidades e iniciativas

Pessoas e projetos que estão experimentando outras formas de relação com território, produção, educação e convivência.

A trajetória de Carolina nos permitirá olhar para a região não apenas como visitantes, mas a partir de alguém que conhece profundamente as relações, experiências e processos coletivos que se desenvolvem naquele território.

O que vamos experimentar

O método importa mais do que o roteiro.

  • visitas a comunidades e iniciativas locais
  • conversas com quem vive e sustenta esses projetos
  • produção de alimento e agricultura regenerativa
  • experiências de educação e convivência
  • refeições compartilhadas
  • caminhadas interpretativas no cerrado
  • observação participante
  • momentos de reflexão coletiva
  • registros individuais no Diário de Campo
Água e vegetação de cerrado na Chapada dos VeadeirosO cerrado e a água

O que queremos aprender

Nesta expedição investigaremos:

01Comunidades e processos coletivos
02Território e natureza
03Produção e alimentação
04Educação e convivência
05Confiança e vínculos
06Responsabilidades compartilhadas
07Diferenças e conflitos
08Autonomia individual na vida coletiva
09Condições que favorecem o florescimento

Esses são os assuntos. As atividades apenas criam oportunidades para observá-los.

Para quem é

Quem estará investigando esta pergunta com você?

Pessoas que se reconhecem nesta pergunta e desejam explorá-la em grupo: educadores, lideranças, pessoas que constroem times e coletivos, profissionais da saúde, pesquisadores e quem pensa em morar, produzir ou viver de outro jeito.

Pré-requisitos

Não é necessário conhecimento prévio sobre o tema. Curiosidade é o único pré-requisito.

Informações práticas

O que você precisa saber.

DatasA confirmar
DuraçãoA confirmar
ParticipantesGrupo pequeno — número a confirmar
IdiomaPortuguês, com tradução quando necessário
Nível físicoModerado — caminhadas em trilhas do cerrado
HospedagemA confirmar
AlimentaçãoA confirmar
Documentos necessáriosDocumento de identidade com foto

Como trabalhamos

Cada organização faz aquilo que faz melhor.

Curadoria da experiência

Natural do Mundo

  • Pesquisa
  • Curadoria
  • Grupo
  • Aprendizagem
  • Integração
Operação

Maktub Go

  • Coordenação logística
  • Operação da viagem
  • Passagens
Passagens

Voe Barato

  • Emissão de passagens
  • Suporte aos deslocamentos
01Uma pergunta
02Pesquisa
03Curadoria
04Relações
05Grupo
06Expedição
07Integração
08O repertório permanece

Depois da expedição

A experiência continua.

Depois do retorno realizamos encontros de integração para compartilhar observações, aprofundar perguntas e refletir sobre como aquilo que aprendemos dialoga com nossa própria realidade.

É nesse momento que a experiência se transforma em repertório.

Perguntas frequentes

O que costumam nos perguntar.

É uma viagem turística?

Não. É uma Expedição de Aprendizagem construída em torno de uma pergunta de investigação. Embora conheçamos diferentes territórios, o foco está nas relações, nos aprendizados e na observação de práticas culturais.

Preciso ter formação na área?

Não. Curiosidade é o requisito mais importante. Os grupos são compostos por pessoas de diferentes trajetórias que compartilham interesse pela mesma pergunta.

Os grupos são grandes?

Não. Preferimos grupos pequenos para favorecer conversas, trocas e proximidade com pesquisadores e comunidades locais.

O roteiro é fixo?

Existe uma estrutura planejada, mas mantemos flexibilidade para aproveitar oportunidades que surgem durante a investigação. Essa abertura faz parte da natureza das expedições.

Posso participar sozinho?

Sim. Muitos participantes viajam desacompanhados. O grupo se forma justamente em torno do interesse comum pela investigação proposta.

Como funciona a lista de interesse?

A participação começa com uma conversa. Ao entrar na lista de interesse desta investigação, avisamos quando as datas e as informações práticas forem confirmadas e conversamos para entender se a proposta faz sentido para você.

Continue investigando

A investigação não termina na viagem.

Artigos, entrevistas, livros, vídeos, pesquisas e registros do Diário de Campo relacionados a esta pergunta.

Acesse o Diário de Campo

Lista de interesse

Gostaria de investigar a vida em comum conosco?

A conversa acontece antes da inscrição. Entrar na lista não compromete você com nada.

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